Assista ao filme brasileiro “febre do Rato”

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“Febre do rato” é uma expressão típica do Nordeste, que significa estar fora de controle. Metáfora apenas aparente para Zizo (Irandhir Santos) um poeta inconformado e anarquista, que banca a publicação de seu tablóide. Em seu mundo próprio, onde o sexo é algo tão corriqueiro quanto fumar maconha, ele conhece Eneida (Nanda Costa). Zizo logo sente um forte desejo por Eneida, mas, apesar de seus constantes pedidos, ela se recusa a ter relações sexuais com ele. Isto transtorna a vida do poeta, que passa a sentir falta de algo que jamais teve.
febre do rato Poeta por vocação, ele dedica a vida à publicação de seu jornaleco, cujo nome é o mesmo do título. O objetivo é expor suas ideias, repletas de propostas anárquicas que valorizam o livre arbítrio das pessoas, sem se prender às amarras morais impostas pela vida civilizada. Quem não conhece o mundo de Zizo pode imaginar que ele esteja com a febre do rato, ou fora de controle.

Uma curiosidade do longa é que as filmagens de uma cena de nudez no meio da rua, em Recife, foram interrompidas por policiais e o episódio acabou no jornal. Em entrevista, o diretor chegou a afirmar que as cenas da abordagem seriam usadas no filme.

A Febre é sobre poeta que cria uma comunidade de iguais, onde rola sexo, drogas e álcool. O filme faz a apologia da vida livre e desregrada. Evoca Dioniso, o cinema marginal dos anos 1970 e o teatro bacante de Zé Celso Martinez Corrêa. Uma ótima produção para quem adora se libertar das amarras da sociedade e aproveitar a liberdade sexual.

Em uma das cenas vemos um menáge a troir, assistam o filme:

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